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Voltei a correr

Por Maria Thereza M.A., em 27/01/2012 às 13:40. Arquivado em: Outros. Com as tags .

ENDORFINA

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Voltar pro Brasil

Por Maria Thereza M.A., em 23/01/2012 às 20:35. Arquivado em: Viagens.

Li no blog Coisa Parecida um texto da Glenda Dimuro sobre por que é tão difícil voltar pro Brasil uma vez que você mora fora. Primeiro, recomendo muito a leitura do texto porque isso é exatamente do que eu estava falando no post sobre os viajantes e essas diferenças culturais. Segundo, queria adicionar alguns comentários e exemplos.

Temos uma tendência a reduzir a noção de cultura a coisas tangíveis como comer acarajé na Bahia, tirar os sapatos pra entrar em casa no Japão, e outros costumes em geral. Também tendemos a comparar fatores de qualidade de vida em diferentes países, como violência, escolaridade etc. Mas raramente paramos pra pensar nos valores e perspectivas que cada cultura traz, como fez a Glenda falando sobre a Espanha. O trecho que mais me chamou a atenção, devido à minha própria experiência, foi este:

Aprendi a ser tolerante, a respeitar mais as diferenças, a descobrir a diversidade de raças, culturas, estilos de vida e pensamento muito diferentes dos nossos, brasileiros, muitas vezes machistas, egoístas e hipócritas (como também já foi citado nos posts dos meus colegas de Brasil com Z). Aprendi que viver no mesmo edifício que o motorista do caminhão de lixo e comer no mesmo restaurante da faxineira da piscina é uma coisa absolutamente normal. Aprendi a respeitar famílias com dois pais, duas mães e até duas mães e um pai, a não falar mal de uma mulher escabelada na padaria, a não ficar horrorizada com um «modelito» fora do «normal». Aprendi que o normal pode ser qualquer coisa, que cada pessoa é um mundo e que cada um de nós cuida do seu próprio mundo pessoal, sem precisar de aparências ou máscaras.

Meus melhores amigos na França eram também curitibanos, portanto temos base de comparação. Quando voltamos, passamos a discutir como era possível viver bem por lá ganhando menos da metade do salário mínimo francês, enquanto aqui vivemos na pinduca ganhando mais de quatro salários mínimos. Não quero aqui entrar em detalhes socioeconômicos, mas chegamos à conclusão de que era uma questão cultural.

Um exemplo de que gosto muito é uma noitada. Na França, nossas baladas básicas de toda semana geralmente corriam assim: cada um colocava uma roupa só um pouquinho melhor do que a que usou pra passar o dia; tomávamos algum vinho ou cerveja antes de sair; íamos pro bar de metrô; entrávamos no bar de graça; bebíamos pouco no bar pra economizar; voltávamos de metrô, se ainda estivesse cedo, ou de bicicleta ou a pé se o metrô já tivesse fechado. E não fazíamos nada disso só porque éramos estudantes pobres; quer dizer, éramos, mas todo mundo também fazia isso. Aqui isso não acontece, a começar pelo transporte. É possível, sim, ir para a balada de ônibus, mas é socialmente aceitável? Não. Aqui, quem não tem carro precisa mendigar caronas ou pagar um taxi, não importa se são 11 da noite ou 7 da tarde. Depois, estão ficando cada vez mais raros os lugares que não cobram entrada ou ao menos uma consumação. Sem contar as roupas, aqui você sai e vê todo mundo igual, meninos de polo e meninas de vestido bandage, e ai de você se aparecer de camiseta e tênis em balada que não seja alternativa. E na hora de ir embora? Voltar a pé é simplesmente impensável e bicicleta é considerada coisa de bicho grilo, você precisa pagar táxi se não tem carro nem carona. Com tudo isso somado, o valor médio de 5-10 euros que gastávamos lá por noite, aqui sobe para 30-50 reais.

E a questão do carro? Eu conhecia uma pessoa que tinha carro na França. Aqui, todos os meus amigos têm, sendo que aqui qualquer carro e sua manutenção custa no mínimo o dobro do que lá. Por que isso acontece? Porque as pessoas se sentem mais seguras? Acredito que não, acredito que também seja algo cultural. O brasileiro jamais vai trocar o carro pelo transporte público ou pela bicicleta, como ocorre na França; não porque o transporte público aqui seja muito pior ou menos seguro ou mais lotado do que lá, na hora do rush é tudo igual, mas sim porque ter carro é status. Porque todo moleque de 17 anos tá contando os dias pra tirar a carteira e ter seu veículo pra levar as menininhas pra passear. Não que haja algo errado com isso, afinal isso ocorre porque o moleque de 17 anos, assim como a esmagadora maioria da população, está com essa noção de aceitação social enraizada em si desde pequeno.

Meu objetivo não é advogar que os valores dos brasileiros são errados e os dos franceses são corretos, nem fazer pouco caso dos motivos (desigualdade, violência, educação etc.) que possam levar à criação desses valores. Todos eles são ideias pré-concebidas que vão sendo passadas de geração em geração ad eternum sem que as pessoas nem parem pra pensar sobre eles; são extremamente difíceis de mudar num nível coletivo e variam de acordo com cada cultura. Quando você mora fora e, enquanto indivíduo, se identifica mais com os valores de uma cultura estrangeira do que com os que você consumiu desde pequeno, aí realmente fica muito díficil voltar.

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Música latina na França

Por Maria Thereza M.A., em 22/01/2012 às 4:07. Arquivado em: França. Com as tags , , , .

Outra coisa que achei bacana de contar em retrospecto, além das viagens, são algumas coisas da França que na época eu estava ocupada demais ou achava normal demais para contar, e que agora vou lembrando.

Uma delas era a moda da salsa. Salsa estava MUITO na moda em 2009/2010. Tanto que havia baladas exclusivas de salsa em todo lugar, e quase toda balada que se prezasse tinha ao menos uma noite da semana dedicada à salsa. Eu achava isso bizarríssimo porque aqui no Brasil salsa é meio coisa de tiozão em formatura e casamento, e lá era muito coisa de jovem. Mesmo depois de voltar pro Brasil, conheci um francês que queria dançar salsa comigo na balada enquanto tocava Britney Spears.

Eu nunca fui das melhores dançarinas, mas foi divertido aprender ao menos o básico, o suficiente para conseguir acompanhar um cavalheiro e não fazer feio na hora que tocava salsa na balada ou na festa na casa de alguém (sempre tocava). A febre era tanta que o curso de salsa era um dos mais concorridos das atividades extracurriculares da universidade, mas todo mundo sabia dançar e podia ensinar uns passinhos.

Na noite da salsa geralmente tocava também merengue e, às vezes, bachata. A bachata já é um nível acima na escala de latinidade sensual, tanto que um dos maiores conceitos criados por eu e meus amigos (tínhamos muitos) era o de dizer que alguém tem “a bachata” em vez de dizer que tem “a pegada”. Precisa ter muita pegada pra dançar bachata direito. Procure no YouTube.

Uma vez fomos na noite da salsa em uma balada perto de casa, o Ninkasi. Foi muito legal porque todo mundo tirava todo mundo pra dançar, só ficava na parede quem quisesse. Nisso eu acabei dançando com um velhinho que me corrigia por eu dizer “ouais” em vez de “oui”, e minha amiga acabou dançando com um rapaz de calça branca sob a qual transparecia o fio dental preto, entre outras coisas estranhas. Mas a mais estranha de todas as coisas naquela noite foi a associação que fizeram de salsa com latinidade com brasilidade com axé. Começou a tocar a dança da mãozinha, todo mundo se organizou em filas e todo mundo fez a coreografia certinha, menos nós, os brasileiros. Tocou uns 5 axé e todo mundo sabia todas as coreografias, menos a gente. Tinha um instrutor de axé presente no local. Surreal.

Deixo pra vocês a melhor bachata de todos os tempos, pra vocês entrarem no clima:

E, porque eu me empolguei, também a segunda melhor bachata de todos os tempos, a única que tocavam em todas as festas, e em cujo clipe aparece a dança:

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O que acontece quando você viaja pelo Brasil com pouca grana

Por Maria Thereza M.A., em 19/01/2012 às 12:39. Arquivado em: Viagens. Com as tags , .

Fui para o litoral catarinense nas férias com a família. Na ida, almoçamos em uma daquelas paradas grandes de beira de estrada, com restaurante, lanchonete, lojas etc. Estávamos entrando no carro para ir embora quando meu pai viu do outro lado do estacionamento um casal do mais típico estereótipo de viajantes. Tinham bicicletas com alforjes enormes, botas de trekking, roupas surradas e pareciam não ver um chuveiro desde que saíram de casa. Estavam conversando com um grupo de pessoas e todos olhavam alguma coisa em um mapa.

Como eu achei aquilo lindo e fiquei olhando, eles logo se aproximaram do nosso grupo também. Estavam vendendo pulseirinha pra bancar a viagem, com toda a cara de hippie de praça. O homem chegou contando uma história triste, que eles estavam viajando de bicicleta pela estrada, muito perigoso, e precisavam dessa ajuda das pulseirinhas pra se bancar. Disse que tinham vindo da França e chegou falando aquele portunhol que só quem não fala nem português nem espanhol consegue criar e se comunicar com a América Latina inteira. Disse que chegaram de avião em Buenos Aires e estavam percorrendo a AL de bike até Salvador.

Esse tipo de coisa me interessa muitíssimo porque acho que quem tem colhões pra fazer uma viagem dessa, especialmente com pouca ou nenhuma grana, não pode ter outro título além de ser uma pessoa foda. E claro que o meu travel monster também bate palma. Então não consegui deixar de puxar conversa e saber tudo sobre a viagem deles. E aí veio a parte mais interessante.

Quando eu perguntei o que eles estavam achando do país, a mulher fez cara feia e disse que as pessoas não eram muito receptivas aqui. Segundo ela, na Argentina eles não tiveram problema nenhum em se aproximar das pessoas para conversar, e não se sentiram discriminados nenhuma vez, mas sentia que no Brasil as pessoas os viam como mendigos mesmo e nunca queriam conversar. Eu disse a ela que talvez fosse porque eles ainda estavam no sul, e aqui as pessoas são mais fechadas mesmo, e que no nordeste as pessoas iam ser mais abertas. Também expliquei que aqui todo mundo tem medo de qualquer pessoa estranha se aproximando, porque qualquer um pode ser um assaltante e as pessoas simplesmente não têm como saber, então sua única defesa é fechar a cara e se afastar bem rápido. Não tive coragem de dizer que tomar banho todo dia talvez pudesse ajudar, porque né, quem sou eu?

Mas acho que o maior fator pras pessoas estranharem a presença deles é o fato de nós simplesmente não termos essa cultura do viajante roots. Viajante e aventureiro aqui é quem vai pra Bariloche de caminhonete 4×4 importada. É muito raro encontrar alguém fazendo uma aventura dessa com pouca grana, então as pessoas se fecham mesmo. Pense. Quantas vezes você viu uma cena dessas? Quantas vezes você viu gente andando na rua com mochilas enormes? Gente passando a noite em aeroporto (caos aéreo não conta) ou rodoviária? Que eu me lembre essa foi a primeira vez que vi isso. É estranho para nós.

Eu mesma estou indo acampar na Ilha do Mel no Carnaval e, em vez de encarar isso como só uma opção diferente de estilo de viagem, já estou me enxergando passando 5 dias direto de biquini e saião indiano por cima e voltando com dreads e sandália Jesus Cristo, com planos de voltar e viver da venda de brinco de coco na praia.

Porque afinal a estratégia de sobrevivência dos meus amigos viajantes funcionou. Eu comprei uma pulseirinha.

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O maior do maior de todos os meus sonhos se resume a isso

Por Maria Thereza M.A., em 18/01/2012 às 18:09. Arquivado em: Viagens.

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Como fingir que você fala francês

Por Maria Thereza M.A., em 15/01/2012 às 17:29. Arquivado em: Tradução.

Falar francês é chique, é sofisticado, é romântico, mas… é difícil. Como com qualquer língua estrangeira, você pode levar meses e até anos para ter um bom domínio deste lindo idioma. Mas, até lá, algum je ne sais quoi você precisa ter para impressionar pretendentes hipsters e amigos blasés. E aqui está sua solução:

As dicas estão em inglês, mas são bem autoexplicativas. De qualquer forma:

Passo 1: Mostre um grande entusiasmo por vinho

Para que falar se beber vinho é tão mais importante, né?

Passo 2: Faça barulhos para mostrar que concorda

Este é especialmente verdadeiro e funciona mesmo, garantia total. Um grande amigo que era meu vizinho na França descreveu perfeitamente essa situação: Você aprende nas aulinhas que “não sei”, em francês, é “je ne sais pas”. No nível mais avançado das aulinhas, aprende que o “ne” some na linguagem coloquial, e a frase fica “je sais pas”. Você chega na França e nem uma única vez escuta esta última variação da frase, apenas “ch’ pas”. Finalmente, você começa a conviver demais com franceses e descobre que o que eles realmente querem dizer com isso é: “pfff“. Serião.

Passo 3: Coma para não ter que falar

Mesmo caso do vinho.

Passo 4: Use palavrões como ênfase

O palavrão é uma categoria mágica de palavras. São as primeiras palavras que qualquer um aprende em qualquer língua. Use isso a seu favor na França, onde falar merde é tão ofensivo quanto falar “caraca”.

Passo 5: Na dúvida, tente se adaptar

No caso do francês, isso quer dizer “seja blasé”.

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Vou confessar que usei muito o Passo 2 quando estava na França. E funcionou. E você, tem alguma dica pra algum estrangeiro fingir que fala português?

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“Ai se eu te pego”: Michel Teló em várias línguas

Por Maria Thereza M.A., em 7/01/2012 às 18:50. Arquivado em: Tradução. Com as tags .

Que coisa linda, que coisa globalizada, que coisa construidora de pontes entre os povos! Enquanto tradutora profissional, senti-me na obrigação de listar algumas versões em outras línguas que encontrei :D

Inglês

Em primeiro lugar, essa versão em inglês bisonha que anda até tocando na rádio, do próprio Michel Teló. Essa versão é muito interessante para o mundo da tradução porque ela mostra exatamente qual é o meu trabalho: adaptar o produto ao público-alvo de outro país. Sanfona não vende nos Estados Unidos, então tira a sanfona e bota uma batidinha pop. Justíssimo. A letra continua assustadora mas, hoje em dia, quem se importa?

Polonês

Ao contrário dos Estados Unidos, uma sanfona chorando vende na Europa justamente porque a música regional eslava e balcânica também trabalha muito com esse elemento. Como mostra a linda versão em polonês.

Francês

É uma versão amadora, mas é minha preferida. Own :heart:

Holandês

Essa, ao contrário, é profissa.

Guarani

Nossos hermanos preferidos também contribuíram:

Espanhol

Versão “cumbia”, um tipo de música típica colombiana:

Alemão

Esses rapazes fizeram uma versão não somente em alemão, mas também proibida para menores. “Wenn ich dich ficke” significa “Ai se eu te ****”.

Libras

Porque também é uma língua.

E rufem os tambores para a versão mais bizarra. Como não poderia deixar de ser, vinda desse país que é nada mais nada menos do que o Brasil na Europa…

Italiano

Betobahia. Batida de axé. Italiano. Chapéu cata-ovo. Dançarinos semi-nus. Ah, Italia, ti amo.

Você sabe de mais uma versão em outra língua? Joga aí nos comentários :D

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Só um Jon Snow e um Fantasma filhotinho

Por Maria Thereza M.A., em 21/12/2011 às 20:59. Arquivado em: Outros. Com as tags .

Pra eu olhar quando estiver estressada e fazer “own” imediatamente :heart:

(via fuckyeahdirewolves)

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“O pior desemprego do mundo é você fazer o que não gosta”

Por Maria Thereza M.A., em 2/11/2011 às 13:11. Arquivado em: Trabalho. Com as tags .

Estou tendo uma dificuldade tremenda para traduzir um termo, então em vez de fritar os miolos achei melhor exercitar o ócio criativo escrevendo no blog.

O parênteses financeiro da minha carreira acabou. Um dia fui trabalhar e logo pela manhã atendi uma senhora que havia perdido um e-mail importantíssimo e que dizia ser minha obrigação encontrá-lo. Ela não se lembrava qual era o assunto do e-mail e nem quem o havia enviado, impossibilitando qualquer busca. Abri as pastas de e-mails uma por uma e a mulher nada de reconhecer o e-mail. Muitas vezes, quando a pessoa quer ajuda, ela própria tem que se ajudar. Foram vinte minutos nessa busca arcaica até eu perceber que eu nunca encontraria esse e-mail. Informei educadamente a usuária de que não poderia fazer nada e desliguei.

Fui almoçar e quando voltei pedi a conta. Eu não sou obrigada a resolver problema de gente desregulada. Quer dizer, sou, se quiser ganhar dinheiro e pagar o aluguel. Mas existem outras formas de ganhar dinheiro e, mesmo que não seja tanto dinheiro quanto, pelo menos me fazem mais feliz.

Pedi a conta sem ter nenhuma carta na manga, pelo simples motivo de abandonar algo que me deixa triste e desmotivada. Meu plano era procurar algo enquanto vivia do dinheiro da rescisão, que segundo minhas contas daria pra 2 meses. Na semana seguinte recebi uma oferta para ser professora de línguas full-time e fechei um acordo para a tradução de um livro.

Só posso concluir que quando você faz o que ama, a vida flui melhor e você atrai cada vez mais coisas que ama e que te trarão o dinheiro que você precisa, ao passo que quando você faz o que não gosta, por qualquer motivo que seja, fica empacado e não sai do lugar. Pode parecer discurso pronto da juventude vagabunda, mas não é.

Não consigo parar de pensar nem por um minuto no Manifesto Holstee que postei outro dia. If you are looking for the love of your life, stop. They will be waiting for you when you start doing things you love. Tão, mas tão verdade, que deveria ser uma doutrina de alguma religião.

Deixo pra vocês também o vídeo inspirador de onde saiu a frase do título. Reflitam.

Hélio Leites from Cesar Nery on Vimeo.

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Diário de viagem: Praga, novembro de 2009

Por Maria Thereza M.A., em 29/10/2011 às 20:05. Arquivado em: Viagens. Com as tags .

Percebi que havia muitas viagens que eu não tinha contado aqui. Vou contar em retrospecto porque esse é justamente o tipo de coisa que eu mesma procuro antes de viajar para algum lugar, então achei que seria bacana compartilhar as experiências que eu tive. Vou fazer isso por ordem cronológica e começar por Praga, que foi a primeira viagem do intercâmbio que eu fiz e não contei. A primeira mesmo foi pra Itália, e depois teve Annecy, mas essas eu já contei.

Clique no “Continue lendo” e senta que lá vem a história, e É LONGA.

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