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“An Apostrophe Is the Difference Between…”

Por Maria Thereza M.A., em 24/08/2011 às 19:13. Arquivado em: Tradução.

“An Apostrophe Is the Difference Between…”.

A tradução da frase perde sua graça, mas a essência continua. Não é pedantice hipercorretiva. Boa ortografia e gramática são importantes para uma boa impressão em qualquer negócio, mas especialmente na tradução. Um apóstrofo no lugar errado pega muito mal…

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Ainda no tópico do banheiro frio

Por Maria Thereza M.A., em 23/08/2011 às 15:31. Arquivado em: Outros. Com as tags .

Quando eu for bem rica e já tiver meu terno de risca de giz onde a risca é o meu nome, e já tiver meu nome escrito na areia visto do espaço, juro que vou instalar uma tampa de vaso aquecida. Afinal, esse é um problema seríssimo que o primeiro mundo enfrenta.

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Personal banheireitor

Por Maria Thereza M.A., em 22/08/2011 às 15:13. Arquivado em: Outros. Com as tags .

Está frio na minha cidade, a bem da verdade está frio demais. Com isso, ir ao banheiro se torna o pior dos martírios. Abaixar a calça no frio, sentar naquele vaso gelado, lavar a mão e molhar a manga do casaco, a qual não vai secar nunca.

Por isso sou a favor de contratar um personal banheireitor, alguém pra ir ao banheiro por mim durante todo o inverno. Recebendo um bônus talvez a pessoa pudesse tomar banho por mim também.

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Coerência onde está?

Por Maria Thereza M.A., em 16/08/2011 às 19:28. Arquivado em: Outros.

Saí hoje para comprar uma corda de pular para fazer uma aeróbica básica. Não comprei a corda porque quando cheguei a loja já estava fechada. A loja já estava fechada porque demorei mais do que esperava para chegar. Demorei mais do que esperava porque no caminho tinha a Casa do Confeiteiro, onde entrei e comprei uma forma para cupcakes.

Pois é.

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Romance

Por Maria Thereza M.A., em 16/08/2011 às 15:28. Arquivado em: Relacionamentos.

Love isn’t in the poetry of our language. That’s romance. Love is ugly. It’s meat and potatoes. Love doesn’t mean “forever” because nothing does. Love is an action, and you’re either doing it right now or you’re not.

Seems like you still might be looking for the romance. Godspeed, my friend. Drink up all the romance you can while you’re still thirsty for it. Romance is a high. It actually gets you totally fucking wasted but know this: It always, always ends. If you’re lucky, love is the hangover. My advice to you: keep drinking.

Da coluna da Lesley Arfin, Ask Barf

* O amor não é poesia. Isso é romance. O amor é feio. É arroz com feijão. Amor não é “para sempre”, porque nada é. O amor é uma ação, e ou você a está praticando agora ou não está.

Parece que você ainda está procurando por romance. Vai fundo, meu amigo. Beba todo o romance que puder enquanto ainda tem sede. Romance é um barato. Te deixa fodidamente chapado, mas fique sabendo: ele acaba. E se você tiver sorte, o amor é a ressaca. Meu conselho: continue bebendo.

 

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Nova tatuagem

Por Maria Thereza M.A., em 13/08/2011 às 18:29. Arquivado em: Outros. Com as tags , .

É bem verdade que tatuagem vicia. Fiz a primeira com 16 anos, a segunda com 19 e a terceira hoje. Uma ideia de desenho que eu já tinha há meses, faltava apenas encontrar um bom tatuador. Uma amiga do trabalho indicou o talentosíssimo Marco Teixeira, do Studio Teix, e fui.

Gostei de como o resultado final foi decidido na hora, e fiquei feliz que eu tive coragem de trust my gut na hora certa. Costumo ter pavor de decisões em cima da hora.

Na semana passada, levei o desenho que queria, nas cores que queria, e o Marco sugeriu alterar um pouco o estilo para parecer um sketch. Hoje quando cheguei ele já estava com o desenho pronto, e só decidimos rapidamente as cores.

Na hora da agulha, ele passou o adesivo no meu ombro e foi preparar o equipamento. Enquanto isso eu fiquei olhando pra prévia achando que tinha algo errado, não quis arriscar um arrependimento vitalício e pedi pra limpar e mudar a posição da andorinha. Limpa o desenho, passa o adesivo de novo. Ainda não estava bom. Limpa o desenho, passa o adesivo pela terceira vez. Agora sim!

Depois de pouco mais de uma hora de zumbido do motor da máquina, estava pronto o contorno. Fizemos uma pausa antes de aplicar a cor, e isso me deu tempo de olhar pra ela só com o contorno. E achar linda, linda, linda, fina, elegante. Cheguei a voltar pra “mesa de operação” pra começar a colorir, só pra levantar segundos depois e finalmente desistir da cor. Não sem antes sair da sala e pedir a opinião de todos que estavam na sala de espera heh.

O resultado:


Cacete de agulha!

Queria um ser vivo desenhado em mim e queria algo em homenagem ao meu travel monster. Deu nisso aí. :heart:

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Inglês da Vida Real – Making of

Por Maria Thereza M.A., em 11/08/2011 às 12:32. Arquivado em: Inglês da Vida Real. Com as tags .

Esta coluna tem basicamente o objetivo de te ajudar a não fazer papel de bobo no inglês sem precisar pagar aulas de verdade. Hoje, algo que tenho visto muito ultimamente e que pode ajudar algumas pessoas a não destruir um texto de altíssima qualidade dando uma gafe que pode ser facilmente evitada.

É making of ou making off?

Uma das coisas que aprendi logo que comecei a traduzir foi a pesquisar decentemente. Está na dúvida? Pesquise que o deus Google te responderá em 0,5 segundos. Como teste, busquei ‘making of’ (sem aspas nem nada) e o TERCEIRO resultado é do blog da InFlux: O correto é “making off” ou “making of”?

Ou seja, não existe desculpa para escorregar na ortografia na internet. Não tem certeza? Busque.

Tá, responda minha pergunta!

Vamos pensar em português por um minutinho. O que é um making of? É uma espécie de documentário que mostra o processo de produção de um filme, espetáculo de dança etc. Pensemos em português como fazedura de, . Uma das traduções do verbo fazer em inglês é make, e o de que indica possessão pode ser traduzido por of. Portanto:

“A fazedura de Dark Knight Rises” = “The making of Dark Knight Rises”

A confusão se dá pela semelhança na escrita e na fala. O macete da pronúncia é o seguinte: quando dizemos of, soa como se tivesse um “v” no final; quando dizemos off, soa como um “f”.

Deixe seu blog transbordar inteligência e finesse escrevendo o correto: making of.

Quer saber mais?

Pergunte para a MT! Demora, mas eu respondo :)

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Eu sou a arquiteta

Por Maria Thereza M.A., em 10/08/2011 às 10:21. Arquivado em: Outros. Com as tags .

De vez em quando, escrevi, é divertido fechar os olhos e, nessa escuridão, dizer a nós mesmos: “Eu sou o feiticeiro e quando abrir os olhos verei um mundo que criei e pelo qual sou o único e total responsável.” E depois, lentamente, as pálpebras se abrem, como cortinas se levantando sobre o palco, lá está o nosso mundo, com toda certeza, exatamente como o criamos.

A ponte para o sempre (Richard Bach)

Curto umas esoterices, tomo floral e medito diariamente, cresci nesse meio por influência grande da minha mãe. Então, estou familiarizada com a (e acredito na) ideia de que nossos pensamentos, bons ou ruins, influenciam todos os elementos da nossa vida. Mas sempre pensei nisso como algo racional que se deve saber sobre o mundo, jamais tinha realmente sentido isso e compreendido pessoalmente até ler a passagem acima.

Fiz o exercício de fechar os olhos e me repetir “Eu sou o feiticeiro e quando abrir os olhos verei um mundo que criei e pelo qual sou o único e total responsável.” Consegui enxergar com clareza tudo o que eu havia criado, de bom e de ruim

O próximo passo é descobrir o que exatamente mudar e o que manter.

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A dor do atendimento ao cliente

Por Maria Thereza M.A., em 9/08/2011 às 10:08. Arquivado em: Trabalho. Com as tags , .

Um dos maiores sofrimentos do meu trabalho, perfeitamente exemplificado.  Vida de suporte é isso aí.

 Service Desk derp

- Help Desk, aqui é Derp falando.
- Oi Derp, aqui é Herpina da contabilidade. Tem uma imagem na minha tela e não consigo tirar.
- Ok, eu conserto isso pra você. *le clique *le tecla* Saiu?
- Não, ainda está aqui.
*10 minutos depois
- Isso vai parecer uma pergunta idiota, mas por acaso a imagem não está colada na sua tela com fita, está?
- Ah, acho que está mesmo! Obrigada derp! *desliga*
LOL!
- Espere um pouco…
ELA GANHA O DOBRO DO MEU SALÁRIO

***

Enviado por um colega na nossa lista quase diária de #failmail. Pra quem gostou, tem mais no famoso Clients from Hell e no Not Always Right (esse eu adoro e me identifico rs).

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Finesse no ônibus

Por Maria Thereza M.A., em 3/08/2011 às 13:51. Arquivado em: Outros. Com as tags .

Decidi vender meu carro porque precisaria da grana da venda e especialmente da grana que eu deixaria de gastar para mantê-lo. Assim, pensei seriamente em fazer um investimento de 400 reais numa bicicleta simples pra cidade, pra usar no dia-a-dia, visto que com o trânsito de Curitiba na hora do rush, bicicleta é sem dúvida o modo mais rápido de se locomover de e para o trabalho. Seria, caso eu não trabalhasse na Cidade Industrial, que fica a 15km do centro (onde eu moro). Jamais serei atlética a ponto de pedalar 30km por dia, por mais que isso me desse passe livre pra comer todas as gorduras deliciosas que eu quisesse. 10km por dia, talvez. 30km, não.

Com isso, a alternativa é o óbvio ônibus. Aqui em Curitiba, o sistema de canaletas funciona extremamente bem na hora do rush. De carro, eu saía às 17h da CIC e chegava às 18h no centro. De ônibus expresso, saio às 17h e chego às 18h10. Uma vitória passar do lado de avenidas e mais avenidas com um mar de carros completamente parados e pensar “so long, suckers!” É claro que, fora da hora do rush, o ônibus demora mais, mas para isso existe táxi, se a pressa for muita.

Adaptando-me a esta nova vida, meu objetivo tem sido andar de ônibus, mas manter a elegância. Como todos sabem, a elegância vai muito além da roupa e se estende às atitudes. No ônibus, essa elegência inclui esperar o desembarque antes de entrar, ceder o lugar a idosos e gestantes, entrar e ir para o fundo do ônibus sem jamais parar na porta etc.

Tudo isso eu tento fazer e, na medida do possível, consigo. Agora, ainda existem duas atitudes extremamente deselegantes que todos os dias eu me recrimino e digo que nunca mais farei, mas continuo fazendo: correr atrás do ônibus que está para sair, e dormir no ônibus.

Não existe nada mais jacu do que correr igual um imbecil atrás do ônibus e muitas vezes ver a porta fechando na sua cara. Melhor perder o ônibus com dignidade e um andar elegante. O tentador nisso é que, se você conseguir pegar o ônibus, são 15 minutos que você ganha na viagem, sem ter que esperar pelo próximo.

E dormir, gente? Muito admiro pessoas que conseguem sentar com a postura e a pose de uma princesa no busão chacoalhando. Acho fino. Só que poxa, são 60 minutos do meu dia jogados no lixo, justamente na hora do dia em que eu mais tenho sono. Usar isso pra dormir seria ideal, eu chegaria em casa 100% pra estudar, correr, qualquer coisa. Mas você lá encostada com cara de dormida, com a coluna toda torta, só faltando mesmo babar na blusa toda, não rola, pior que criança.

A solução deve ser levar um livrinho pra ir lendo. Inteligência também é elegância heh.

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