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Últimos preparativos e a ajuda das amiguës

Por Maria Thereza M.A., em 20/08/2009 às 20:57. Arquivado em: França. Com as tags , , .

Acho que sou meio pau no cu porque nunca penso muito nos problemas dos outros, mas prometo que vou mudar, segunda-feira eu começo. Porque muita coisa nessa viagem não teria dado certo se eu não tivesse recebido ajuda dos meus amigos.

Meu passaporte com o visto francês chegou hoje, não sem a ajuda indispensável da Ary, roomie do coração, e da mãe dela, tia Mariza, que buscou o passaporte pra mim em São Paulo e enviou por Sedex! Agora eu posso oficialmente proclamar a tão esperada frase:

SÓ FALTA ARRUMAR AS MALAS!

Outro agrado que o Sedex me trouxe foi o presente lindo de despedida que a Ju me mandou de Londrina. Amei!

E a , além de ir buscar um documento pra mim na universidade, ainda vai me hospedar na casa dela nesse final de semana, para a minha

FESTA DE DESPEDIDA!

Porque, afinal, tenho que dizer tchau pra todo mundo e pro Curitiba lifestyle e pro meu bar favorito antes de me mandar. E festar um pouquinho também, pra me recuperar desse mês sabático no interior.

Enfim, digo obrigada pras amigas, pra Deus, pro meu pai, pra minha mãe e especialmente pra você.

***

Aviso Importante: O MTMA.com.br vai mudar de servidor a partir do dia 01/09. Como estarei viajando, pode ser que o site e, consequentemente, o blog fiquem fora do ar por alguns dias. Mas nós voltamos. Não nos abandone. Eu sei que você vai querer saber da França. Beigos.

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Adaptando-se pelo mundo

Por Maria Thereza M.A., em 12/05/2009 às 15:59. Arquivado em: Viagens. Com as tags , .

Tenho uma nova amiga. Ela é finlandesa e temos histórias parecidas, quer dizer, a história dela é parecida com a que eu quero pra mim num futuro próximo, ela só está mais adiante na estrada.

É engraçado ver como ela anda se adaptando ao Brasil. Já fala bem português, mas às vezes, na aula de Francês, pergunta o que significa uma palavra que para nós, lusófonos, é claramente um cognato, para nós é óbvio o que aquilo significa. Talvez em finlandês ou sueco (ela fala sueco em casa) seja algo totalmente diferente e, bom, é engraçado (não no sentido arrogante) ver alguém perguntar o que quer dizer “sinestesie”.

Outra coisa engraçada é que ela sai abraçando forte e dando dois beijinhos em todo mundo, até na tia da cantina, se deixar. Lá na Escandinávia o povo dá “bom dia” e passa reto, e casal de namorado não anda nem de mão dada na rua, daí ela chega aqui nesse povo acalorado como ela nunca viu e resolve que liberou geral, haha. Pensei em explicar pra ela que aqui é Curitiba, mas concluí que na verdade ela está mais do que certa e não disse nada.

Ela vai pra casa de táxi todo dia porque, segundo ela, o preço da corrida convertido em euros fica menor do que o que ela paga no bilhete de ônibus na Finlândia. Faz um certo sentido, considerando que ela não trabalha e a grana que ela gasta aqui ela provavelmente trouxe toda de lá, mas, se fosse eu, iria de busão mesmo e guardaria os reais excedentes pra comprar bijuteria na praça, porque Lá (desculpa, tem que ser maiúscula) também não tem. Fora que, né, europeu andar de ônibus no Brasil é toda uma experiência de viajante roots (não vale Linha Turismo).

Nem quero imaginar o que os franceses vão falar de mim.

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