Arquivo da tag ‘Faculdade’
Sshh, me esconde
Por Maria Thereza M.A., em 4/05/2009 às 22:32. Arquivado em: Outros. Com as tags espinha, Faculdade, monografia, pele.
Eu não posso estar aqui. Eu preciso estar ali no Word escrevendo o pré-rascunho da introdução da mono, cujo tema eu acho que consegui finalmente definir. E preciso estar pesquisando termos jurídicos em inglês pro trabalho.
No momento, o que me aflige é o surgimento de corpos alienígenas parasitas desenterrando-se da minha cútis nos mais inusitados lugares, com grandes, internas e dolorosas espinhas. Essa já é a segunda em duas semanas. O reinado de ouro da minha pele chega ao fim, ou pelo menos a minha mamata, porque se antes eu não cuidava nada e ela era perfeita, agora vou ter que passar a tratar com disciplina militar.
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Faculdade x Burrice
Por Maria Thereza M.A., em 19/03/2008 às 23:15. Arquivado em: Outros. Com as tags Faculdade, livros.
Uma coisa pra qual a faculdade é ótima é te fazer se sentir burro. O primeiro passo é você ficar se perguntando se você é o único que não conhece aquele autor obscuro que o professor citou como sendo “óbvio”, seguro de que “todos já leram ao menos uma vez, né gente?” O segundo é algum doente fazer comentários profundos sobre a obra do tal e você pensar que você é que o burro, e não que o doente é que é… bem, doente.
Só que quem escolheu fazer uma optativa (veja bem, não é uma matéria obrigatória) sobre FINNEGANS WAKE foi você! Quem escolheu LETRAS, pra começo de conversa, foi você! Então é difícil dizer até que ponto você é realmente burro e até que ponto existe um ou outro que seja doente por Joyce e outras esquisitices/nerdices/manias-cult literárias.
Pra situar o querido leitor no nível do absurdo de uma forma simples e clara (porque senão renderia textos e textos), vai a primeira frase da introdução do próprio livro:
Não se chegou a um acordo sobre o que Finnegans Wake é sobre, ou se é ou não “sobre” alguma coisa, ou mesmo se é, em qualquer senso ordinário da palavra, “legível”.
É, é bem por aí. O professor chegou a chamar um psicólogo pra acompanhar as aulas, e o mesmo deu uma mini-palestra sobre Freud e a análise dos sonhos aula passada. Tipo, em que outro curso um psicólogo te faz entender melhor a matéria? Onde mais você lê um xerox de sociolingüística de quase 50 páginas, todo sobre separação de palavras, e o infeliz termina com “os critérios de separação de palavras continuam sendo um conceito muito vago“?
Psicólogos e 50 páginas sobre um conceito vago. E você, com sua base literária de ensino médio particular e o humilde gosto pela boa ficção, é o burro?
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Por que eu virei fã da Saraiva
Por Maria Thereza M.A., em 8/03/2008 às 14:10. Arquivado em: Outros. Com as tags Faculdade, livros.
Tenho precisamente e por enquanto 10 livros pra ler esse semestre, distribuídos entre Literatura Brasileira III e Literatura Francesa II. Essa contagem não inclui os de Literatura Portuguesa II, que ainda não começou, nem os da optativa sobre Finnegans Wake, do Joyce. Ou seja, esse é o semestre da literatura, o que eu estou achando bem legal, apesar de ter entrado na universidade pra estudar lingüística. Ou seja, me fodo mas me divirto. Ainda não sei de qual orifício eu vou tirar tempo pra ler tudo isso, mas a idéia de ler tudo isso não me desagrada nem um pouco.
Especialmente porque, procurando os livros pra comprar na Saraiva, eu achei nada mais nada menos que isso:

Óbvio que cliquei imediatamente no botão COMPRAR. Vou ficar roendo as unhas até ele chegar, e o pior é que tenho todos os outros 10 pra ler na frente, não vou me agüentar!
E só depois de efetuada a compra é que a anta se lembrou de procurar Cento Colpi di Spazzola Prima di Andare a Dormire, o qual eu também queria ler no original. Tinha, mas por quase 60 reais por umas putarias em italiano eu prefiro o 40ão que eu paguei no livro do Liga.
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Não-Aulas e Índia
Por Maria Thereza M.A., em 26/02/2007 às 18:50. Arquivado em: Outros. Com as tags Faculdade.
Primeiro dia de suposta aula. Saí do trabalho com uma über dor de cabeça, o ônibus tava lotadaço e pegou um engarrfamento enorme, e só subindo o elevador da Reitoria foi que eu descobri que estava über atrasada, über spät. E mesmo assim estava über empolgada e ansiosa!
Mas, como eu estudo na Federal aqui do Paraná, foi ao chegar no andar da minha suposta aula e esperar por horas com meus amigos que eu não via há eras, que eu descobri que não ia ter aula.
Valeu ter ido até lá, em primeiro lugar pra rever todo o pessoal, e em segundo lugar pra ver o discreto cartaz sobre o Festival da Índia em Curitiba. Tipo, pirei o cabeção!
Ninguém mais da turminha pirou o cabeção, então acho que vou ter que arrastar minha mãe, porque afinal dizem as más línguas que vai ter mehndi. Sim, mãe, mehndi de verdade, fica vermelho e tudo, nada das gambiarras que eu fiz :D Então eu vou lá, ver as roupas coloridas e maravilhosas, fazer desenhos exóticos e maravilhosos de mehndi na palma da mão, tomar sharbat e comer coisas com pimenta demais :D Pirei o cabeção total. O site é absolutamente deficiente em informações úteis, então escrevi um email pros organizadores da versão curitiboca do evento pedindo pra saber mais. No fundo eu quero é saber se vai mesmo rolar mehdi, porque aquela foto era da edição de São Paulo.
E amanhã eu vou levar o cartaz embora!
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